O "roxinho" sorri: lucro de 39% e solidez contra o ruído das redes sociais.
Conheci o Nubank lá atrás, em 2014, quando eles eram apenas uma aposta ousada contra os bancões. Vi aquele cartãozinho roxo deixar de ser uma curiosidade para se tornar o porto seguro de 112 milhões de pessoas. É justamente essa força, construída na base da confiança, que faz dele o alvo favorito de quem vive de fabricar pânico para ganhar likes em 2026.
Com as liquidações do Banco Master e do Will Bank — que deixaram milhares de pessoas sem acesso ao próprio dinheiro — os "profetas do caos" aproveitaram o clima para espalhar que o Nubank seria o próximo.
O Fato: O Nubank não está fechando. Hoje, ele é a segunda maior instituição do Brasil em número de clientes, superando gigantes como Bradesco e Itaú. O que existe de concreto é um ajuste na classificação regulatória exigida pelo Banco Central: instituições de pagamento não podem mais utilizar o termo Bank em seus nomes comerciais se não tiverem licença de banco múltiplo. É uma questão normativa, e não um problema de solvência (que é o termo técnico para dizer se o banco tem dinheiro em caixa para honrar seus compromissos). A saúde financeira do Nubank nunca foi tão alta. Fiquem tranquilos.
Enquanto o Will Bank atingia o pequeno correntista com uma estrutura frágil, o Nubank hoje apresenta lucros recordes (39% de alta no último trimestre). Não confunda ajuste de nomes do Banco Central com falência. O Nubank é, hoje, um dos pilares do novo sistema financeiro.
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